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14/10/2019 - FRESTA - Mostra de Audiovisual - Programação 2019

  • Publicado: Segunda, 14 de Outubro de 2019, 15h22
  • Última atualização em Segunda, 14 de Outubro de 2019, 15h22
  • Acessos: 144
Na próxima semana acontecerá a FRESTA, com a seguinte programação:
 
17/10 - quinta-feira 
13h30 - Oficina de Vídeo - abertura do evento com a presença do artista visual e cineasta André Parente (UFRJ) 
18h,- Sala de Experimentação- abertura da exposição homenagem à Claudia Paim.
18h - Oficina de Vídeo - sessão comentada de filmes e vídeos de Lucas Parente
 
18/10 - sexta-feira
14h - Oficina de vídeo - exibição do I Festival Internacional de Performances Mínimas Urbanas em vídeo e do programa de curtas da FRESTA e roda de conversa com com as professoras Ana Maio e Janice Appel e os professores Marcelo Gobatto e Cláudio Tarouco de Azevedo dos cursos de Artes Visuais do ILA.
 
Diante da importância do evento e de excelente programação, a Coordenação solicita que todxs professorxs participem e incentivem seus alunos a participar. Recomenda-se não dispensar das aulas, mas manter o horário de aula e na ocasião levar os alunos para o evento para que haja uma ampla participação do curso.
 
Agradecemos a colaboração e participação de todxs.
 
Coordenação Cursos de Artes Visuais - Licenciatura e Bacharelado
Fabiane Pianowski (Coordenadora)
Marlen De Martino (Coordenadora Adjunta)


abertura da FRESTA ocorrerá no dia 17/10, quinta-feira, às 13h30, na Oficina de Vídeo. Na abertura contaremos com a presença do artista visual e cineasta André Parente (UFRJ) que apresentará um programa de 10 filmes e vídeos seguido de comentários. Às 18h, na Sala de Experimentação, haverá a abertura da exposição homenagem à Claudia Paim.Após teremos sessão comentada de filmes e vídeos de Lucas Parente, inclusive com lançamento de filme inédito. 
 
 
 
A 4ª edição da FRESTA faz uma homenagem a artista brasileira Claudia Paim (1961-2018), exibindo obras recentes em videoperfomance, arte sonora, videoarte e registros de performances realizadas no Prédio das Artes durante o Ruído&Gesto - ação e performance. Este evento foi criado e organizado pela artista, tendo ocorrido de 2012 a 2016, no período em que ela atuou como professora dos cursos de Artes Visuais do ILA - FURG. O Ruído&Gesto se tornou uma referência nacional, congregando de forma intensa e amorosa artistas e performers de diferentes regiões do país, particularmente, aquelas/es que atuam fora do eixo Rio-São Paulo.
O corpo-obra de Claudia, particularmente, a sua produção em performance é reconhecido na arte contemporânea brasileira e latino-americana, desafiando os lugares-comuns com a intensidade e a força que lhe era característica. As suas performances questionavam o autoritarismo social que molda os corpos dos sujeitos nas relações familiares ou conjugais. Partindo da premissa que o corpo que performa é um corpo com os poros abertos, Claudia nos apresentava um corpo desobediente, desviante, desassossegado e inconformado com certos modelos sociais.
Em uma entrevista de 2018, ela reflete sobre algo recorrente em seus trabalhos, a potência de morte do amor: "como o amor pode ferir, como o amor pode sufocar, como o amor mata".
Realizou pesquisa inédita e pioneira sobre os espaços da arte contemporânea e os coletivos de artistas no Brasil e América Latina entre os anos 2000 e 2009, durante mestrado e doutorado em História, Teoria e Crítica da Arte no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais do Instituto de Letras e Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.
Claudia era intensa, amorosa, alegre e solidária. Sua presença está viva em nós que convivemos com ela - amigas/os, familiares, estudantes - e em suas obras.
 
 
Andre Parente é artista e teórico do cinema e das novas mídias e professor titular da UFRJ. Em 1987 obteve o doutorado na Universidade de Paris 8 sob a orientação de Gilles Deleuze. Em 1991 fundou o Núcleo de Tecnologia da Imagem (N-Imagem) da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Entre 1976 e 2018, realizou inúmeros vídeos, filmes e instalações nos quais predominam a dimensão experimental e conceitual. Seus trabalhos foram apresentados no Brasil e no exterior (Alemanha, França, Espanha, Suécia, México, Canadá, Argentina, Portugal, Colômbia, China, entre muitos outros).
É autor de vários livros: Imagem-máquina (1993), Sobre o cinema do simulacro (1998), O virtual e o hipertextual (1999), Narrativa e modernidade (2000), Tramas da rede (2004), Cinema et narrativité (L'Harmattan, 2005), Preparações e tarefas(2007), Cinema em trânsito (2012), Cinemáticos (2013), Cinema/Deleuze (2013), Passagens entre fotografia e cinema na arte brasileira (2015), entre outros. Nos últimos anos obteve vários prêmios: Prêmio Transmídia do Itaú Cultural, Prêmio Petrobrás de Novas Mídias (2004), Prêmio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (2005), Prêmio Petrobrás de Memória das artes (2006), Prêmio Oi Cultural (2009), Prêmio da Caixa Cultural Brasília (2011), Prêmio Funarte de Artes Visuais (2012), Prêmio Oi Cultural (2014). Prêmio Marc Ferrez (2014).
 
 
Lucas Parente dedica-se ao cinema e à escrita, além de desenvolver pesquisas independentes voltadas para a história da imagem, das cidades e das religiões. Tem realizado projetos em parceria com diversos artistas e cineastas. Dentre seus trabalhos se destacam A Bela e a Fera ou Uma Ferida Grande Demais, vídeo-instalação feita em parceria com André Parente e exposta no MAR (Museu de Arte do Rio, 2014), Satan Satie ou Memórias de um Amnésico (2015), média-metragem co-dirigido com Juruna Mallon e Calypso (2018), longa-metragem co-dirigido com Rodrigo Lima.
 
 
No dia 18 de outubro, sexta-feira, às 14h, na Oficina de vídeo haverá a exibição do I Festival Internacional de Performances Mínimas Urbanas em vídeo e do programa de curtas da FRESTA. A Iª Edición Festival Internacional de Performances Mínimas Urbanas en Vídeo, organizada por Elia Torrecilla e Miguel Molina (Valência-Espanha), por meio de uma parceria com a Universitat Politècnica de València e do artista Domingo Mestre (Valência-Espanha), terá as professoras Janice Appel e Ana Maio como anfitriãs e o professor Marcelo Gobatto como anfitrião do festival no Instituto de Letras e Artes da FURG. 
O I Festival Internacional de Performances Mínimas Urbanas em vídeo tem como tema "Corpo Urbano em Ação", e reúne um conjunto de trabalhos videográficos (registro de ações, intervenções, videoperformances) ocorridos no espaço urbano por meio de gestos performativos mínimos na vida cotidiana. 

Após a exibição haverá uma roda de conversa com as professoras Ana Maio e Janice Appel e os professores Marcelo Gobatto e Cláudio Tarouco de Azevedo dos cursos de Artes Visuais do ILA. 

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